Gestão de Fretes
Como escolher o melhor sistema de gestão de fretes (TMS)

Um roteiro de avaliação para não comprar software pelo folder: o que testar, o que exigir por contrato e quais sinais de alerta observar.
Escolher um sistema de gestão de fretes — o que o mercado chama de TMS — é uma decisão que trava ou destrava a operação por anos. O erro mais comum é comparar listas de funcionalidades em apresentações comerciais, quando o que decide o sucesso é a aderência ao seu fluxo real de contratação, documentação e pagamento.
Comece pelo problema, não pelo produto
Antes de olhar qualquer sistema, escreva as três dores que precisam desaparecer. Pode ser retrabalho na emissão de CT-e, falta de visibilidade das viagens em andamento ou dificuldade de comprovar o Vale-Pedágio Obrigatório em fiscalização. Esse recorte evita comprar módulos que ninguém vai usar.
Critérios objetivos de avaliação
- Cobertura documental: emissão e guarda de CT-e, MDF-e, CIOT e comprovantes de VPO.
- Contratação de transportadores: o sistema apenas registra o frete fechado ou ajuda a colocar a rota em disputa?
- Integrações: ERP, emissores de documentos, rastreadores e, no caso do pedágio, API com emissores de Vale-Pedágio.
- Visibilidade: acompanhamento das viagens e alertas de desvio, não só relatório no fim do mês.
- Auditoria: conferência entre valor contratado e faturado.
- Usabilidade em campo: motorista e conferente conseguem usar pelo celular?
- Suporte e prazo de implantação: quem atende e em quanto tempo você está operando.
Quem usa a Fretac
Embarcadores e transportadoras do agronegócio e da indústria usam a Fretac para cotar, contratar e comprovar o Vale-Pedágio na mesma plataforma.
Sinais de alerta
Desconfie de sistemas que exigem meses de projeto antes de qualquer resultado visível, que cobram por integração básica com o seu ERP ou que não mostram o produto funcionando com dados parecidos com os seus. Outro alerta é a ausência de um caminho claro para o Vale-Pedágio: se o fluxo do VPO fica fora do sistema, sua equipe continuará controlando pedágio em planilha.
Roteiro de escolha
- Liste as três dores prioritárias e os processos que elas atravessam.
- Monte um cenário de teste com uma rota real, do pedido ao pagamento.
- Peça demonstração executando esse cenário, e não uma apresentação genérica.
- Verifique integrações com os sistemas que você já usa.
- Compare custo total (licença, implantação, integração, suporte) e prazo até o primeiro resultado.
- Combine por contrato metas de implantação e níveis de atendimento.
A plataforma Fretac nasceu dessa lógica: contratação por BID, torre de controle e fluxo de Vale-Pedágio com API para integração com emissores, para que o pedágio não vire um processo paralelo. Se quiser ver o cenário rodando com uma rota sua, é possível agendar uma demonstração.
Conclusão
O melhor sistema não é o com mais telas, e sim o que sua equipe usa todo dia sem contornos em planilha. Teste com dados reais, exija clareza sobre integrações e meça o resultado nos primeiros noventa dias.
Perguntas frequentes
Qual a diferença entre TMS e plataforma de contratação de fretes?
O TMS tradicional foca em executar e documentar o transporte já contratado. Uma plataforma de contratação adiciona a etapa de disputa entre transportadores, com BIDs, antes da execução.
Vale integrar o sistema ao ERP?
Sim. Sem integração, alguém vai redigitar pedidos e valores, o que reintroduz o erro que o sistema deveria eliminar.
Quanto tempo leva uma implantação razoável?
Depende do escopo, mas é saudável exigir um primeiro grupo de rotas operando em semanas, não em meses, com expansão gradual.
Operações reais
Fluxo de BIDs, contratação e Vale-Pedágio usado em operações de agro e indústria.
Conformidade Lei 10.209/01
Evidência de repasse do Vale-Pedágio vinculada ao CT-e e ao MDF-e.
Embarcadores e transportadores
Uma plataforma só para quem contrata e para quem executa o frete.
Teste a Fretac com uma rota real da sua operação
Contratação por BID, torre de controle e Vale-Pedágio integrado por API com emissores.